terça-feira, 11 de outubro de 2011

FLORIPA

FLORIPA
(Jacson do Cavaco)

MINHA FLORIPA QUERIDA
ILHA DA MAGIA
DE ENCANTOS E CÉU AZUL ANIL
MINHA FLORIPA MARAVILHOSA
PEDACINHO DO MEU BRASIL

FLORIPA TERRA DE CONTOS, LENDAS E TRADIÇÃO
MINHA FLORIANÓPOLIS
VENHO CANTAR MEU RIBEIRÃO

DAS OSTRAS, DO PESCADO CAMARÃO
DO ZÉ PEREIRA, DO BERBIGÃO
DO BOCA , DA ILHA FLORIPA
TERRA DE ZININHO
E NEIDE MARIA

DAS BRUXAS, DAS CRENÇAS
DO TERNO DE REIS
DA TOALHA DE RENDA

SAMBA CARNAVAL, MODA DE VIOLA
SE ENCONTRA AQUI
DA UM ROLÉ POR SANTO ANTÔNIO E SAMBAQUI
FESTA DO DIVINO NÃO PODE FALTAR
FLORIPA TE EXALTO
FLORIPA QUERO CANTAR

CACIQUE DE RAMOS

CACIQUE DE RAMOS
(Jacson do Cavaco)

 
PODE CHORAR MEU CAVACO
PODE VIRAR MEU PANDEIRO          
TOCA O TÃNTÃN AI
PRO SAMBA FICAR MANEIRO

AMANHECI NO SAMBA
SAMBEI A NOITE INTEIRA             
SAMBEI NO CACIQUE DE RAMOS
EMBAIXO DA TAMARINEIRA

QUANDO ENTRO NO SAMBA
NÃO CONSIGO MAIS PARAR
QUANDO ESCUTO O BANJO
CHEGO A ME ARREPIAR

NO CACIQUE DE RAMOS
SÓ TEM BAMBAS DA PESADA
É UMA CASA DE RESPEITO
LÁ SÓ TEM COBRA CRIADA

CACIQUE DE RAMOS DO NOSSO FUNDO DE QUINTAL
VOCE QUE CURTE SAMBA
PODE CHEGAR NA MORAL

PODE CHORAR........





DO SAMBA, A VOZ

DO SAMBA, A VOZ
(Jacson do Cavaco e Bira Pernilongo)



CERRARAM AS PORTAS PRO SAMBA

EM MAIS UM REDUTO DE BAMBA

ONDE SE OUVIA CANDEIA, CARTOLA

MONARCO E CLEMENTINA

ONDE CANTAVAM JANDIRA,

MARIA HELENA

E CALIBRINA

E NESSA ESQUINA A LUZ SE APAGOU

QUEREM DIZER QUE O SAMBA ACABOU



MAS PARA QUEM TRAZ NA VEIA

O SANGUE QUE INCENDEIA

QUANDO TOCA UM PANDEIRO

VERSA UM PARTIDEIRO

NUM SAMBA DE RODA OU TERREIRO

CADA UM QUER SER PRIMEIRO

DE LONGE  SE SENTE O CHEIRO

SAUDOSO FEIJÃO

E DA CAIPIRA COM MEL LÁ NO BAR DO NOEL



MAS O SAMBA NÃO SE ENTREGA

QUEM É DO MEIO NÃO NEGA

SE FOR PRECISO TOCAR AO RELENTO

NA CHUVA, NO VENTO, TAMBÉM QUERO IR

E PRA QUEM CHEGOU AGORA

OU PRA GENTE QUE É DE FORA

SAIBAM QUE O SAMBA JÁ MORA AQUI

DESDE OS TEMPOS DO BAR DO PETIT



E NÃO VAI PERMITIR

TOMARAM SEU LUGAR

VAI SE FAZER CANTAR

A CADA DIA MAIS

POIS É RAZÃO DE SER

DE CADA UM DE NÓS

E QUERO OUVIR MAIS UMA VEZ

DO SAMBA, A VOZ

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

História do Cavaquinho e suas curiosidades

O cavaquinho é um instrumento musical de cordas menor que a viola e grande uso como acompanhamento. É procedente da cidade portuguesa de Braga. Além de Portugal, é usado em Cabo Verde, Moçambique e Brasil.



No Brasil esse instrumento é usado na música popular e forma historicamente o conjunto básico, junto com o bandolim, a flauta e o violão, para execução de choros. Waldir Azevedo é o mais conhecido músico de choro que tocava esse instrumento. O músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é o arranjador do renomado conjunto de samba ‘Demônios da Garoa’.


As ilhas do Havaí têm um instrumento similar ao cavaquinho chamado ukulele, também com quatro cordas e um formato semelhante ao do cavaquinho, que se julga ser uma alteração do cavaquinho, trazido por emigrantes portugueses em 1879. Atualmente o cavaquinho é instrumento obrigatório nas rodas de samba e afins como nos desfiles das escolas de samba espalhadas pelo mundo fora.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Bar do Noel está reaberto

A notícia é das boas: o Bar Canto do Noel, além de ter sido reaberto, está de volta com o samba. Os novos proprietários estão dispostos a manter o mesmo ambiente e o clima que faz do local um reduto do samba.
Neste sábado música fica por conta do grupo Torresmo à Milanesa, a partir das 13h, pois o Um Bom Partido já havia agendado compromissos.
A turma da Jandira volta a partir de 3 de setembro. Até lá o pessoal do Torresmo dá o ritmo.

Fonte: Coluna Tamborim

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Almir Guineto grava novo CD no Rio de Janeiro


Quase dez anos depois de gravar seu último álbum próprio, “Todos os Pagodes”, o sambista carioca Almir Guineto volta aos estúdios nesta semana para preparar um selo independente recheado de composições inéditas. A Idéia, segundo o cantor e compositor, é tirar da gaveta obras de sua autoria e de parceiros como Dudu Nobre, Adalto Magalha e Babalu, entre outros, e esquentar um projeto ainda mais audacioso – que deve culminar, no futuro, com a gravação de um DVD, uma antiga reivindicação dos fãs.

O palco da gravação não poderia ser mais sugestivo: residente há nove anos em Tupã, no interior de São Paulo, Guineto escolheu sua cidade natal, o Rio de Janeiro, para dar andamento neste novo projeto. “Foi lá que eu nasci e me batizei, lá aprendi e me diplomei Salgueiro”, brinca o cantor, parafraseando os versos de Abençalgueiro, fruto de sua parceria com Nei Lopes.

Longe das tentações da boemia carioca, um Almir repaginado explica que não para de compor e que irá selecionar as músicas do novo CD somente quando o resultado do estúdio estiver pronto. “Tem coisa boa com a nossa marca registrada vindo por aí”, adianta o cantor, que na década de 1980 ganhou o título de Rei do Pagode.

As gravações vão seguir nos próximos dias, no Estúdio dos Técnicos, na capital fluminense. O álbum não tem previsão de data para chegar às melhores casas do ramo, mas quem conhece de samba pode apostar: o tempo sorriu para Almir, e a consagração de público e crítica serão uma mera consequência de todo o seu talento.

Este, certamente, é o mais sensato destino de Almir Guineto.

Sobre Almir Guineto

Dono de uma elogiada obra composta por 20 discos, centenas de composições e diversas participações especiais, Almir Guineto participou do Grupo Originais do Samba e foi fundador do Fundo de Quintal. Ex-diretor de bateria do Salgueiro, ingressou na carreira solo em 1981 com o álbum “O Suburbano”. Em sua carreira, gravou e foi gravado, dentre outros, por nomes como Chico Buarque, Alcione, Zeca Pagodinho e Roberto Carlos.

Gravação:

Ivan Machado (baixo)
Fernando Merlino (teclado)
Carlinhos 7 Cordas (violão 7)
Márcio Vanderlei (banjo)
Jorge Gomes (bateria)
Marcio Almeida (cavaco)
Beloba, Esguleba, Nego (percussão)


Informações para a Imprensa | Almir Guineto
Francisco Brust