Click aqui:
http://www.carnavalescosc.com.br/2011/10/12/do-samba-a-voz-2/#more-16082
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
FLORIPA
FLORIPA
(Jacson do Cavaco)
MINHA FLORIPA QUERIDA
ILHA DA MAGIA
DE ENCANTOS E CÉU AZUL ANIL
MINHA FLORIPA MARAVILHOSA
PEDACINHO DO MEU BRASIL
FLORIPA TERRA DE CONTOS, LENDAS E TRADIÇÃO
MINHA FLORIANÓPOLIS
VENHO CANTAR MEU RIBEIRÃO
DAS OSTRAS, DO PESCADO CAMARÃO
DO ZÉ PEREIRA, DO BERBIGÃO
DO BOCA , DA ILHA FLORIPA
TERRA DE ZININHO
E NEIDE MARIA
DAS BRUXAS, DAS CRENÇAS
DO TERNO DE REIS
DA TOALHA DE RENDA
SAMBA CARNAVAL, MODA DE VIOLA
SE ENCONTRA AQUI
DA UM ROLÉ POR SANTO ANTÔNIO E SAMBAQUI
FESTA DO DIVINO NÃO PODE FALTAR
FLORIPA TE EXALTO
FLORIPA QUERO CANTAR
CACIQUE DE RAMOS
CACIQUE DE RAMOS
(Jacson do Cavaco)
PODE CHORAR MEU CAVACO
PODE VIRAR MEU PANDEIRO
TOCA O TÃNTÃN AI
PRO SAMBA FICAR MANEIRO
AMANHECI NO SAMBA
SAMBEI A NOITE INTEIRA
SAMBEI NO CACIQUE DE RAMOS
EMBAIXO DA TAMARINEIRA
QUANDO ENTRO NO SAMBA
NÃO CONSIGO MAIS PARAR
QUANDO ESCUTO O BANJO
CHEGO A ME ARREPIAR
NO CACIQUE DE RAMOS
SÓ TEM BAMBAS DA PESADA
É UMA CASA DE RESPEITO
LÁ SÓ TEM COBRA CRIADA
CACIQUE DE RAMOS DO NOSSO FUNDO DE QUINTAL
VOCE QUE CURTE SAMBA
PODE CHEGAR NA MORAL
PODE CHORAR........
DO SAMBA, A VOZ
DO SAMBA, A VOZ
(Jacson do Cavaco e Bira Pernilongo)
CERRARAM AS PORTAS PRO SAMBA
ONDE SE OUVIA CANDEIA, CARTOLA
MONARCO E CLEMENTINA
ONDE CANTAVAM JANDIRA,
MARIA HELENA
E CALIBRINA
E NESSA ESQUINA A LUZ SE APAGOU
QUEREM DIZER QUE O SAMBA ACABOU
MAS PARA QUEM TRAZ NA VEIA
O SANGUE QUE INCENDEIA
QUANDO TOCA UM PANDEIRO
VERSA UM PARTIDEIRO
NUM SAMBA DE RODA OU TERREIRO
CADA UM QUER SER PRIMEIRO
DE LONGE SE SENTE O CHEIRO
SAUDOSO FEIJÃO
E DA CAIPIRA COM MEL LÁ NO BAR DO NOEL
MAS O SAMBA NÃO SE ENTREGA
QUEM É DO MEIO NÃO NEGA
SE FOR PRECISO TOCAR AO RELENTO
NA CHUVA, NO VENTO, TAMBÉM QUERO IR
E PRA QUEM CHEGOU AGORA
OU PRA GENTE QUE É DE FORA
SAIBAM QUE O SAMBA JÁ MORA AQUI
DESDE OS TEMPOS DO BAR DO PETIT
E NÃO VAI PERMITIR
TOMARAM SEU LUGAR
VAI SE FAZER CANTAR
A CADA DIA MAIS
POIS É RAZÃO DE SER
DE CADA UM DE NÓS
E QUERO OUVIR MAIS UMA VEZ
DO SAMBA, A VOZ
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
História do Cavaquinho e suas curiosidades
O cavaquinho é um instrumento musical de cordas menor que a viola e grande uso como acompanhamento. É procedente da cidade portuguesa de Braga. Além de Portugal, é usado em Cabo Verde, Moçambique e Brasil.
No Brasil esse instrumento é usado na música popular e forma historicamente o conjunto básico, junto com o bandolim, a flauta e o violão, para execução de choros. Waldir Azevedo é o mais conhecido músico de choro que tocava esse instrumento. O músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é o arranjador do renomado conjunto de samba ‘Demônios da Garoa’.
As ilhas do Havaí têm um instrumento similar ao cavaquinho chamado ukulele, também com quatro cordas e um formato semelhante ao do cavaquinho, que se julga ser uma alteração do cavaquinho, trazido por emigrantes portugueses em 1879. Atualmente o cavaquinho é instrumento obrigatório nas rodas de samba e afins como nos desfiles das escolas de samba espalhadas pelo mundo fora.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Bar do Noel está reaberto
A notícia é das boas: o Bar Canto do Noel, além de ter sido reaberto, está de volta com o samba. Os novos proprietários estão dispostos a manter o mesmo ambiente e o clima que faz do local um reduto do samba.
Neste sábado música fica por conta do grupo Torresmo à Milanesa, a partir das 13h, pois o Um Bom Partido já havia agendado compromissos.
A turma da Jandira volta a partir de 3 de setembro. Até lá o pessoal do Torresmo dá o ritmo.
Fonte: Coluna Tamborim
Neste sábado música fica por conta do grupo Torresmo à Milanesa, a partir das 13h, pois o Um Bom Partido já havia agendado compromissos.
A turma da Jandira volta a partir de 3 de setembro. Até lá o pessoal do Torresmo dá o ritmo.
Fonte: Coluna Tamborim
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Almir Guineto grava novo CD no Rio de Janeiro
Quase dez anos depois de gravar seu último álbum próprio, “Todos os Pagodes”, o sambista carioca Almir Guineto volta aos estúdios nesta semana para preparar um selo independente recheado de composições inéditas. A Idéia, segundo o cantor e compositor, é tirar da gaveta obras de sua autoria e de parceiros como Dudu Nobre, Adalto Magalha e Babalu, entre outros, e esquentar um projeto ainda mais audacioso – que deve culminar, no futuro, com a gravação de um DVD, uma antiga reivindicação dos fãs.
O palco da gravação não poderia ser mais sugestivo: residente há nove anos em Tupã, no interior de São Paulo, Guineto escolheu sua cidade natal, o Rio de Janeiro, para dar andamento neste novo projeto. “Foi lá que eu nasci e me batizei, lá aprendi e me diplomei Salgueiro”, brinca o cantor, parafraseando os versos de Abençalgueiro, fruto de sua parceria com Nei Lopes.
Longe das tentações da boemia carioca, um Almir repaginado explica que não para de compor e que irá selecionar as músicas do novo CD somente quando o resultado do estúdio estiver pronto. “Tem coisa boa com a nossa marca registrada vindo por aí”, adianta o cantor, que na década de 1980 ganhou o título de Rei do Pagode.
As gravações vão seguir nos próximos dias, no Estúdio dos Técnicos, na capital fluminense. O álbum não tem previsão de data para chegar às melhores casas do ramo, mas quem conhece de samba pode apostar: o tempo sorriu para Almir, e a consagração de público e crítica serão uma mera consequência de todo o seu talento.
Este, certamente, é o mais sensato destino de Almir Guineto.
Sobre Almir Guineto
O palco da gravação não poderia ser mais sugestivo: residente há nove anos em Tupã, no interior de São Paulo, Guineto escolheu sua cidade natal, o Rio de Janeiro, para dar andamento neste novo projeto. “Foi lá que eu nasci e me batizei, lá aprendi e me diplomei Salgueiro”, brinca o cantor, parafraseando os versos de Abençalgueiro, fruto de sua parceria com Nei Lopes.
Longe das tentações da boemia carioca, um Almir repaginado explica que não para de compor e que irá selecionar as músicas do novo CD somente quando o resultado do estúdio estiver pronto. “Tem coisa boa com a nossa marca registrada vindo por aí”, adianta o cantor, que na década de 1980 ganhou o título de Rei do Pagode.
As gravações vão seguir nos próximos dias, no Estúdio dos Técnicos, na capital fluminense. O álbum não tem previsão de data para chegar às melhores casas do ramo, mas quem conhece de samba pode apostar: o tempo sorriu para Almir, e a consagração de público e crítica serão uma mera consequência de todo o seu talento.
Este, certamente, é o mais sensato destino de Almir Guineto.
Sobre Almir Guineto
Dono de uma elogiada obra composta por 20 discos, centenas de composições e diversas participações especiais, Almir Guineto participou do Grupo Originais do Samba e foi fundador do Fundo de Quintal. Ex-diretor de bateria do Salgueiro, ingressou na carreira solo em 1981 com o álbum “O Suburbano”. Em sua carreira, gravou e foi gravado, dentre outros, por nomes como Chico Buarque, Alcione, Zeca Pagodinho e Roberto Carlos.
Gravação:
Ivan Machado (baixo)
Fernando Merlino (teclado)
Carlinhos 7 Cordas (violão 7)
Márcio Vanderlei (banjo)
Jorge Gomes (bateria)
Marcio Almeida (cavaco)
Beloba, Esguleba, Nego (percussão)
Informações para a Imprensa | Almir Guineto
Francisco Brust
Assinar:
Postagens (Atom)
